âïœĄđŠč°⧠enzo vogrincic x f!reader.
âïœĄđŠč°⧠sumĂĄrio: alguma coisa aconteceu naquele elevador, porĂ©m, o quĂȘ?
âïœĄđŠč°⧠word count: 2.396!
âïœĄđŠč°⧠avisos: 18+! smut, pegação no elevador, putaria em pĂșblico, dirty talk, fingering, menção a oral, enzo sendo um canalha e puto (mais uma vez), palavras explĂcitas e conteĂșdo explĂcito.
"Las damas primero, bien?"
Titulando uma imagem de cavaleiro, com um suave toque ousado, o uruguaio estendeu uma mĂŁo em direção ao elevador, que havia chegado no ponto, e oferecendo o caminho. â Enzo riu, aumentando o sorrisinho pouco pilantra que se prendeu em seus lĂĄbios, ao receber uma sombrancelha arqueada de vocĂȘ.
VocĂȘ achou uma graça, afinal, era de costume aquelas açÔes e entre outras; participando do pequeno divertimento, vocĂȘ inclinou sua cabeça na direção do mais velho, imitando um gesto antiquado e sorrindo desajeitadamente.
"Muito obrigada." â Proferiu ao entrar, observando seu reflexo no imenso e limpo espelho que se centralizava e, logo, Enzo desempenha o mesmo, sendo responsĂĄvel em apertar o botĂŁo atĂ© o andar que seguia atĂ© o quarto de vocĂȘs. â QuestĂŁo de segundos, uma de duas coxas recebeu um brincalhĂŁo beliscĂŁo por certos dedos grossos e tĂŁo familiares.
Homem maldito. â VocĂȘ, mentalmente, proferiu e o sujeito se manteve quieto, agindo como se tivesse feito nada.
O sinal, alertando a confirmação do andar e sobre o fechamento das portas, exclamou pelo aconchegante ambiente; acompanhado pela clĂĄssica e simpĂĄtica mĂșsica ao fundo. â Nada que poderia incomodar, alĂ©m da estranha lentidĂŁo para alcançar os andares iniciantes; talvez, uma manutenção ou verificação estaria em discussĂŁo. â Era o inĂcio da madrugada, ninguĂ©m iria constranger os funcionĂĄrios.
Isso soava apropriado, afinal, não estava pronta para isso e imaginava que seu namorado se encontrava na mesma situação.
Aproveitando o espelho, vocĂȘ passava as mĂŁos entre algumas mechas do cabelo, arrumando ou apenas empenhando planos para o dia; no fundo, questionando se, realmente, iria cumpri-los. â As vezes, cruzando certos amassos em sua roupa, mexendo distraĂda no tecido da saia. â Que foi muito atiçada pelo uruguaio durante o dia inteiro; jurando ao pĂ© do seu ouvido que iria adorar arrancar ela de suas pernas ou tambĂ©m te comer enquanto vocĂȘ usa a peça.
Para deixar mais interessante, o insolente havia comentado isso a vocĂȘ e saiu correndo para uma entrevista. â Deixando vocĂȘ e suas bochechas se amargarem na promĂscua vergonha.
E falando no diabo, seus olhos se atentaram pelo vidro refletor para encontrar a imagem do mais velho, que mexia no celular e, provavelmente, lendo alguma coisa relacionada a entrevista; decidindo postar, para mais tarde, um pequeno trecho em seu story. â A estatura concentrada, em qualquer coisa que estava explorando no aparelho, de Enzo clamou algo em seu peito; nada de surpreendente, claro, mas parecia. â A movimentação giratĂłria e interna que a lĂngua fazia na bochecha dele estabeleceu um nĂł em sua garganta, fazendo vocĂȘ engolir seco.
Querendo, e precisando, desviar a atenção da façanha, seus dedos se encaminharam atĂ© uma mecha escura dos cabelos do uruguaio, que teimava ficar com as outras, ficando grudada na testa e sendo arrumada atrĂĄs de sua orelha; nĂŁo preparado com o toque, Enzo ficou surpreso e apreciou o ato atravĂ©s do espelho, encontrando com seus olhos. â TambĂ©m, declarando um "mi linda" como agradecimento, que foi retribuĂdo ĂĄ um plĂĄcido sorriso por vocĂȘ.
"Que tal uma foto, hein?" â Sugeriu em tom pensativo, buscando a cĂąmera no celular e ganhando, mais uma vez, uma sombrancelha arqueada de vocĂȘ junto com os braços cruzados; vocĂȘ viu uma diligente e espreita mirada cruzar em seu corpo vindo do rapaz.
Facilmente, dava para fazer uma pasta ou ĂĄlbum com todas as fotos do Enzo em elevadores, â e isso nĂŁo era uma reclamação, em primeiro lugar â e quase se formava em um costume; bem, era uma melhor que a outra e sempre a deixava em situaçÔes vulnerĂĄveis, ele sabia e gostava ainda mais de tirĂĄ-las por causa desse fato.
"Agora?" â Questionou e apoiando, encostando as costas nas paredes e ganhando um pequeno choque por causa da frieza, observando seu namorado arrumar minĂșsculos detalhes em sua roupa. â "JĂĄ podemos considerar isso uma tradição?" â Brincou. â "Ah, podemos sim." â Respondendo a si mesma, a risada de Enzo se instalou no ambiente.
"Pensei que gostava delas, linda." â Contestou com sobrancelhas franzidas e inclinando a cabeça para o lado, olhando para vocĂȘ de cima para baixo; captando o desejo em retirar aquela saia quando chegasse ao seu destino. â "JĂĄ falei o quĂŁo gostosa vocĂȘ fica nessa saia hoje?" â Voltou sua postura no espelho.
"CĂȘ sabe que eu gosto..." â Respondeu a contestação sentindo um gostinho de manha em seu paladar enquanto presenciava o momento fotogrĂĄfico. â "E... sim, vocĂȘ jĂĄ falou." â Uma de suas pernas se esfregou na outra, uma ação ingĂȘnua, gostando de ser agradada.
NĂŁo se manifestando e conferido, mais uma vez, suas vestimentas, Enzo levantou o aparelho, que focava a imagem dele, e se preparou para tirar a foto. â Antes de tudo, nĂŁo deixou de comprometer a tĂpica pose e sua cara apolĂneo; em outra palavra, de puto. â A face que transmitia austeridade, severidade e permitia um olhar despudorado no aparelho; exalando a mais pura imagem descarada.
VocĂȘ nĂŁo conseguiu se contentar, era evidente; seus olhos devorava com vontade o quĂȘ estava diante deles, sem nenhum pingo de vergonha, e ainda confortou a satisfação pelo fato daquele homem pertencer a palma de sua mĂŁo. â Assim, como vice-versa. â Mordendo o lĂĄbio inferior, movimentando, um pouquinho, a cabeça para o lado e sentindo uma intensa atenção no meio de suas pernas, vocĂȘ nĂŁo escondeu a excitação que começava a nĂŁo suportar.
Nem mesmo o controle de suas pernas vocĂȘ tinha noção, pois, pela segunda vez se esfregaram e procuravam apoio, um equilĂbrio; jĂĄ tornava a ficar incrĂ©dula.
Para piora a situação, Vogrincic, que nĂŁo poderia negar seus olhares, continuava ocupado com sua foto; prendendo um sorrisinho mordaz, querendo ver o desfecho e se divertir. â Ele olhou para seu reflexo, sem que vocĂȘ perceba, e flagrou um pesado suspiro sendo livre. â Brevemente, verificou a sequĂȘncia de andares que o elevador percorria, e influenciado pela lentidĂŁo, seguia no sexto; estava muito longe do destino.
"O que vocĂȘ achou, nena?" â Perguntou, sonso; virando o celular em sua direção e mostrando a foto, fingindo que esperava uma opiniĂŁo e mesmo deixando explĂcito a verdadeira intenção. â "Hm?" â Mirou em busca de qualquer reação.
"IncrĂvel." â Respondeu, rapidamente, e querendo encurtar um risco de conversa, com a foto recebendo sua atenção apenas por uma vez e sendo realista, vocĂȘ teria muito tempo para admirar aquela fotografia; seus olhos desceram pela boca do mais velho, ansiando em sentir-los.
"Ah, de verdad?" â Murmurou ao dirigir o celular para sua direção, estalando a lĂngua e espreitando os olhos, salvando a foto. â "Estou pensando em colocar uma mĂșsica, no sĂ©..." â Vogrincic sentia um prazer, um divertido prazer em tentar se fazer de desentendido para ver o quĂȘ vocĂȘ iria fazer, qual impulso proporcionar.
Sem paciĂȘncia, quase transbordando de inquietude e sedenta de erotismo, sua voz resmungou somente um "ah, por favor" e nĂŁo admitindo perder tanto tempo, suas mĂŁos se encontraram no rosto do uruguaio e, ligeiramente, uniu os lĂĄbios contra os de Enzo; nĂŁo o pegou de surpresa, afinal, esperava isso e deu a liberdade para o beijo. â Um beijo faminto, desesperador e tĂŁo indecente, demonstrando muito a vontade que vocĂȘ havia enfrentado durante aquele meio tempo; Enzo pĂŽde perceber.
Ele guardou, de forma nervosa, o objeto eletrĂŽnico no bolso, querendo ter as mĂŁos livres para concentra-las em vocĂȘ; agarrando elas com força e robustez em sua cintura, e se controlando para nĂŁo puxar, pelo menos, um pouquinho a saia. â Se duvidar, aquele homem criaria uma rivalidade contra a peça. â Ganhando impulso, Enzo pressionada os quadris contra os seus e a prensava ainda mais atĂ© a parede.
E vocĂȘ cruzou um caminho com suas mĂŁos atĂ© o pescoço do sujeito, raspando, levemente e pouca pressĂŁo, as unhas pela regiĂŁo e nĂŁo quero exaltar porque, no fundo, sabia que teria a chance de marca-lo; e notou uma ondinha de arrepio. â Os lĂĄbios sendo esmagados, nĂŁo sabendo comparar com uma briga por espaço, entrando no completo controle, ou uma tentativa de diminuir o fogo que estendia entre vocĂȘs. â Talvez, as duas opçÔes. â Se lambiam, chupavam, mordiam e agarravam sem dĂł, na mais pura putaria.
"Sabe..." â A boca do uruguaio se estalou contra a sua ao se separar, um fiozinho de saliva se tornou, rapidamente, presente e unido seus lĂĄbios com os dele; algo sujo, delirante. â "... agir como uma cadelinha durante isso?" â Seu sorrisinho vagabundo, que inalava sacanagem, chocou na pele. â "Es una cosita muy fea, amor." â Sussurrou. â "Muy, muy fea."
A humilhação aumentou, ainda mais, o tesĂŁo que percorria por suas veias e tencionando uma moleza, na verdade, um dengo impudente; seu olhar transmitia excitação, implorando para ser comida ou tocada, independente sobre o ambiente que estava, nem precisava sair uma palavrinha da boca. â Enzo sabia, e tinha a digna certeza, que morreria por causa de sua ingenuidade, completamente, sem vergonha.
Enzo sabia que vocĂȘs nĂŁo tinham muito tempo para fartarem suas vontades naquele lugar, porĂ©m, com a graça e estimulo que tinha, nĂŁo deixou de preencher seu pescoço com selares molhados e longos beijos desalinhados, inalando seu cheiro que se juntava com uma fragrĂąncia balsĂąmica. â Esse homem agia como um animal quando sentia, mesmo de forma leve, o seu aroma. â E de brecha, uma de suas mĂŁos se encontrou com sua coxa, levantando uma parte da saia, mesmo no querer de arranca-la.
"Eu adoraria comer vocĂȘ, aqui mesmo, bebita." â O tom de voz do rapaz era desapontado, querendo convencer a frustação, entretanto, portando um lembrete para, futuramente, ter a oportunidade de atender esse cenĂĄrio. â "Lo digo en serio." â Retirou o rosto estonteante do seu pescoço, fixando um olhar singelo em vocĂȘ e querendo que acredite e lembre de suas palavras.
O joelho de Enzo intrometeu-se entre suas pernas, destinando uma ordem para abri-las e imediatamente o pedido foi executado, com a mĂŁo, que estava em sua coxa, agora passou a levantar ela, segurando na altura dos quadris; sua calcinha jĂĄ se tornava visĂvel. â VocĂȘ estava atordoada demais para prestar atenção em alguma coisa muito concreta, atĂ© as mĂnimas açÔes estavam sendo complicadas, apoiada nos ombros do mais velho, permitindo-se levar por ele.
Ao piscar de olhos, a outra mĂŁo do seu namorado alcançava sua peça intima, e constatava uma parte do tecido, plenamente, molhada, intrigado pela causa de sua excitação; conduzindo a calcinha de lado, o grosso e sagaz dedo do meio de Enzo se arrastou por sua bucetinha. â Deslizando com facilidade pelas suas dobras, conquistando uma atenção em seu clitĂłris, pela sensibilidade frĂĄgil e pulsava dentro de alguns segundos. â Os lĂĄbios articulados do maldito se formaram em algo oblĂquo, contornado na perversidade.
"VocĂȘ nĂŁo tem vergonha mesmo, nĂŁo Ă©?" â Mais uma pergunta sem resposta, nĂŁo precisava. â "Pingando pra' caralho por causa de uma foto Ă© sacanagem." â O dedo esbarrou em seu buraquinho, vocĂȘ prendeu a respiração e queria fechar os olhos, nem força poderia restar. â "Maldita perra." â Riu, amargamente, mordendo seu lĂĄbio inferior e puxando; vocĂȘ queria beija-lo, tanto que chegou a inclinar para frente, querendo a sensação da boca dele contra a sua, mas, o uruguaio se afastou e manteve o sorrisinho perverso. â "Quer beijinho agora Ă©?"
No dĂ©cimo-primeiro andar, ao mesmo tempo que recebia a pergunta, e a pegando desprevenida, seu buraquinho foi preenchido pelo grosso dedo de Enzo; livrando um gemido, considerado um pequeno grito, delicado de sua garganta e pousando nos ouvidos do sujeito. â TambĂ©m, ao ouvir, grunhiu contra. â A sensação era gostosa, muito mais do que isso, se tivesse a chance de arranjar palavras; vocĂȘ se sentia satisfeita, sempre com essa onda ao ser preenchida por Vogrincic. â Era viciante.
Suas paredes internas chupavam, engoliam, o dedo dele enquanto ele puxava e enfiava, novamente; agora, Enzo revelava um sorriso orgulhoso porĂ©m para si mesmo. â Quando ouvia os preciosos gemidos e pedidos com seu nome, o mais velho balançava a cabeça pela concordĂąncia e formando um pequeno biquinho nos lĂĄbios, sussurrando "eu sei que Ă© bom, meu amor" â AtĂ© distribuiu um beijinho em sua tĂȘmpora.
"Enzo, Enzo..." â VocĂȘ falou, completamente, arrastada e repetitivamente, sentindo corrompendo aos poucos; a velocidade do dedo poderia ser considerada ou comparada a uma martelada, arrancando as Ășltimas linhas de sanidade que restava a ti. â "Por favor..." â LĂĄgrimas de prazer jĂĄ estavam presentes em seus olhinhos, ameaçando, levemente, a borrar sua maquiagem.
"O que nĂŁo faço por vocĂȘ?" â Balbuciou. â "Vamos, bebita, goza no meu dedo." â Um pedido disfarçado de ordem, nĂŁo importava; o aperto de sua bucetinha no dedo de Enzo arrancou um grunhido do mesmo, logo, uma vibração com a rapidez que obtinha. â "Nunca me cansarĂ© de esto." â Confessou com um suspiro.
A tensĂŁo que existia em seu peito estava por um fio de ser liberada, quebrada e sendo substituĂda pelo alĂvio e amenização. â E nĂŁo demorou muito para que isso acontecesse; sua buceta estremeceu quando esse fio se parte, afogando a onda do prazer para vocĂȘ e conquistando Vogrincic.
O dedo de Enzo encontrou-se molhado, ou melhor, ensopado do seu gozo, de todo seu prazer e excitação que a fez delirar; dando uma razĂŁo para choramingar mais um pouquinho, lĂĄgrimas desciam do seu rosto avermelhado. â O corpo que o uruguaio segurava estava tremendo, entregando espasmos. â E ele ainda mantinha o dedo dentro de vocĂȘ, aproveitando a sensação deliciosa e quente.
"Nena?" â Chamou sua atenção, e se retirando de sua entradinha, vocĂȘ gemeu com a sensação vazia e desaprovando; Enzo riu, desacreditado. â O cafajeste, antes de trazer a imagem de bom moço, manifestou seu dedo atĂ© a boca, chupando-o enquanto olhava, diretamente, para vocĂȘ e atĂ© fechando os olhos ao saborear o gosto. â "Deliciosa." â O elogio a fez vibrar, novamente.
"Seu sacana." â A tentativa de ofensa saiu de modo abrasileirado, um gostinho amargo com vontade de atacar aquele homem e de todas as maneiras possĂveis; seus olhos se moviam por toda a extensĂŁo do rosto esculpido, agindo como uma presa atrĂĄs de sua caça.
"Ah, mas quem parecia uma putinha no cio por causa de uma irrisĂłria coisa era vocĂȘ, meu bem." â Retrucou, e muito merecido, rindo e passando o polegar em sua boca. â "E tava lindinha fazendo isso." â De repente, a musiquinha havia se encerrado e uma anunciação do andar foi identificado no ambiente com as portas se abrindo; era o destino de vocĂȘs.
Um aperto foi feito em sua coxa, pela outra mĂŁo que a segurava, agindo como sinal; vocĂȘ ainda estava em ĂȘxtase e sem acreditar no que havia acontecido e feito. â Agora, teve um tempinho de vergonha na cara. â E teria que enfrentar muitas coisas durante o resto da madrugada.
"Vamos, querida?"
juju, como vocĂȘ acha que os meninos ficam em uma situação meio sex deprived onde a lobinha nĂŁo tĂĄ dando atenção pra eles?
enzo: se a lobinha tĂĄ muito ocupada, ele vai ficar com peso na consciĂȘncia de interromper, mas passa o dia todo olhando de canto de olho pra ver se ela jĂĄ tĂĄ perto de terminar, se pode ter um momentinho ali, sĂł que ele segura, sabe? quando vocĂȘ tĂĄ indo tomar banho, ele vai atrĂĄs de ti muito na surdina, vai te surpreender entrando no chuveiro do nada e rodeando a sua cintura, jĂĄ te fazendo sentir o quanto ele tĂĄ duro. vai chegar bem no seu ouvidinho pra sussurrar "nena..." e Ă© tĂŁo frĂĄgil que parece que ele tĂĄ te implorando. ele nĂŁo vai usar as palavras em si, mas vocĂȘ sentiria. imagino o enzo um tico fora do controle (porque o tesĂŁo mexe muito com ele), começando a se esfregar em ti, lentinho, vai segurar nos seus peitos, apertar, atĂ© te convencer a ter uma rapidinha ali mesmo
esteban: ele atĂ© tenta te dar o seu espaço, sĂł que ele Ă© mais impaciente, vai chegar em ti todo carente, cheirando seu pescoço e perguntando "amor, queria um carinhozinho, sabe?", vai deixar solto assim mesmo, vocĂȘ nĂŁo sabe se ele quer carinho mesmo ou outra coisa, mas Ă© na hora que ele te beija cheio de necessidade que vocĂȘ entende, se sente atĂ© mais vaidosa, por ter ele tĂŁo sedento por ti desse jeito, vai te fazer deixar tudo de lado e acaba mamando ele no meio da cozinha
matĂas: vai fazer umas birrinhas pra chamar a tua atenção, fica bufando pela casa, andando pra lĂĄ e pra cĂĄ, resmungando baixinho que tĂĄ entediado, todo irĂŽnico e se vocĂȘ nĂŁo responde a isso, pelo motivo que vocĂȘ, ele jĂĄ começa a apelar. anda sĂł de bermuda, sem cueca, e ainda escolhe a bermuda que mais marca. se vocĂȘ ainda assim nĂŁo deu atenção (se for uma lobinha lerdinha skwjsksnsn) ele vai cogitar chegar no ponto de simplesmente andar pelado pela sala e aĂ sim ele vai ter a sua atenção (mas faz drama depois)
agustĂn pardella: eu tenho uma imagem do agustĂn que ele Ă© uma pessoa muito solta, sabe? desinibido mesmo, principalmente no sexo. entĂŁo, tenho pra mim que ele iria muito tranquilo pro quarto bater uma, mas nĂŁo faria pra chamar a tua atenção, ele sĂł queria um alĂvio mesmo e nĂŁo tem vergonha disso. se vocĂȘs sĂŁo tĂŁo Ăntimos assim, por que se censurar? mas a cereja do bolo Ă© quando vocĂȘ o pega no flagra. ele nĂŁo para o que tĂĄ fazendo. muito pelo contrĂĄrio, ele vai espaçar mais as pernas enquanto te olha e vocĂȘ sabe que aquilo ali Ă© um convite
pipe: Ă© a cara dele chegar todo murcho, xoxo, capenga e mixuruca, com um bico đ«žđ» đ«·đ» deste tamanho, perguntando que horas vocĂȘ vai dar atenção pro seu namorado, e ainda fala cheio de ironia, todo nervosinho. vocĂȘ, enquanto lobinha, atĂ© pensa que ele quer um xodĂłzinho e vai toda boba pra dar carinho nele. Ă© sĂł quando ele te pega no colo e te fazer sentir a ereção na bermuda (e sente mesmo porque ele tĂĄ sem cueca) que vocĂȘ entende do que se trata. Ă© capaz de ficar toda vermelha e sem saber o que fazer por alguns segundos, e ele percebe. entĂŁo, ele sĂł te pede (pede mesmo, nĂŁo vai mandar, Ă© muito diferente do tom que usa quando tĂĄ te fodendo) "ajoelha, vai? prometo que depois eu cuido de vocĂȘ, mas faz isso por mim, por favor, linda?"
simĂłn: ele literalmente solta um "cĂȘ bem que podia me fazer um agrado rapidinho, nĂ©? uma mamada, uma mĂŁozinha..." como se tivesse te pedindo pra vocĂȘ pegar um copo d'ĂĄgua pra ele
fernando: fica te encarando meio đ„ș o dia todo, mas ele sĂł chega em ti de noite, quando vocĂȘs jĂĄ estĂŁo na cama e quase prontos pra dormir. ele vai te abraçar, te dar um beijo lentinho e suspirar, porque finalmente conseguiu o que tanto queria. e ainda te pede pra dormir de casulo, porque "sentiu tanto a sua falta que quer te sentir a noite toda e quando acordar de manhĂŁ tambĂ©m"
Margot Robbie
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đ€arnings: conteĂșdo exclusivo para +16.
àł Ś Û« . ă elenco lsdln x leitora gravidinha; uso de termos em espanhol (âla albicelesteâ - a alviceste [apelido popular da seleção argentina]; âchaparritoâ - baixinho; âme vuelves locoâ - vocĂȘ me deixa louco); menção a sexo; palavrĂ”es.
notas da autora: ele demorou mais chegou!!!! irmĂŁs, essa Ă© a minha primeira vez fazendo um headcanon na vida entĂŁo ocĂȘs vĂŁo relevando qualquer coisa, dois beijinhos e feliz dia das mulheres di novo!!! âĄ
agustĂn pardella:
no minuto que vocĂȘ revelou que estava grĂĄvida, agustĂn se tornou o homem mais feliz do mundo, ele te abraçaria apertado, te pegaria no colo e sacudiria, mas quando lembrasse do motivo de toda aquela felicidade, te colocaria no chĂŁo de volta, todo preocupado enquanto pedia desculpas e perguntava se o bebĂȘ estava bem.Â
a princĂpio, ficaria mais receoso de te tocar de um jeito errado e machucar, pois sabe da sua força e intensidade.Â
assim que te via sentindo dor ou quando estava mais introspectiva e/ou dengosa, largaria tudo que estivesse fazendo e te encheria de cafuné.
se transforma na hora do sexo. em um dia especĂfico, depois de te ver insegura com a prĂłpria aparĂȘncia, fez amor contigo, da forma mais doce possĂvel, acariciando todas as suas curvas, especialmente para te lembrar o quanto te apreciava e amava. ele era carinhoso, sem perder a intensidade.Â
Ă s vezes, no meio da madrugada, quando vocĂȘs nĂŁo conseguiam dormir, ele te agradeceria do nada e diria que aquele era o melhor presente da vida dele.Â
SUUUUUUPER protetor, nĂŁo te deixaria nem beber um copo de ĂĄgua por conta prĂłpria.Â
no parto, ele só conseguia pensar que queria pegar toda a sua dor e transferir para o corpo dele, sentia que o coração se partia a cada grito seu e te incentivaria a descontar toda a dor nele.
enzo:
se emociona muuuito quando vocĂȘ conta a novidade para ele e ficaria sorrindo Ă toa pelos cantos, todo bobinho, durante a semana inteira (e olhe lĂĄ se nĂŁo pelo resto dos nove meses).
quando vocĂȘ começa a pegar barriga, ele, toda noite, religiosamente, prepararia um banho de banheira para ti. chegaria pertinho e diria daquele jeito apaixonante âo banho estĂĄ pronto, chiquitaâ.
resistiria a fazer sexo contigo, não por falta de vontade, só receio mesmo, precisaria ser convencido e mesmo depois de aceitar (o que te levaria um tempinho consideråvel), preferia te dar prazer, principalmente através do oral, sendo delicado e explorando a sua sensibilidade cada vez maior.
tiraria a mesma foto todos os dias para acompanhar a evolução da tua barriga (e faria muitos outros registros também, o novo hobby dele era montar um ålbum de fotos, passaria horas e horas revelando as fotografias e organizando o material).
julga (secretamente) todas as combinaçÔes bizarras que vocĂȘ faz quando sente desejo, mas sairia no meio da madrugada para comprar o que vocĂȘ pedisse.
a paternidade deixa ele ainda mais reflexivo, vocĂȘ sempre o pegava sentado perto da janela encarando a rua com o pensamento distante, nĂŁo de um jeito ruim, triste, mas sĂł contemplando a vida de uma forma diferente, apreciando o novo sentimento que a vida dele ganhou, materializado no teu ventre e em ti.
esteban:
faria questĂŁo que a criança tivesse educação bilĂngue, no espanhol e no portuguĂȘs, porque ele valoriza muito a tua cultura e suas origens. entĂŁo, desde o comecinho, te incentivava a falar em portuguĂȘs com a barriga e ele tambĂ©m faria isso (ele cantaria espatĂłdea toda noite pra tua barriga).
tomaria a frente de todas as suas consultas, exames, remĂ©dios etc. ele seria 200% presente, estaria sempre fazendo perguntas aos mĂ©dicos e sendo participativo. fez atĂ© amizade com a sua ginecologista nesse meio tempo! se envolvia em tudo que Ă© oficina, eventos, aulas, e em muitos lugares seria sempre o Ășnico homem/pai presente.
ele se esforçava muito para disfarçar, mas tinha um tesĂŁo ABSURDO no seu corpo (principalmente nos seus peitos!!!), Ă s vezes se perdia na conversa e ficava encarando eles por um tempĂŁo. na hora do sexo, te endeusava dos pĂ©s Ă cabeça. nĂŁo passava vontade (atĂ© porque perguntou a todo mĂ©dico que conhecia se vocĂȘs poderiam transar mesmo), ficava muito tranquilo em ir atrĂĄs de ti e te seduzir, gostava ainda mais quando era vocĂȘ que ia atrĂĄs dele, toda carentezinha.Â
gosta de deitar a cabeça no teu colo e grudar o ouvido na tua barriga, jurando que a qualquer momento iria escutar o bebĂȘ ou senti-lo chutando, mas queria tambĂ©m criar um vĂnculo desde o primeiro dia com a filha, queria que ela reconhecesse a voz dele assim que viesse ao mundo.
chorou horrores no parto.Â
morria de preocupação a cada movimento que vocĂȘ fazia, nĂŁo tirava a sua autonomia, mas ficava em cima para garantir a sua segurança.
fernando contigiani:
pai de menina!!!!
descobriu que vocĂȘ estava grĂĄvida antes mesmo de ouvir de ti de tĂŁo bem que te conhecia, mas esperou que vocĂȘ revelasse.
ele jĂĄ era o cara mais encantador e cavalheiro do mundo, mas conseguiu se superar durante a gravidez. te levava cafĂ© na cama, massageava os seus pĂ©s inchados toda noite, te colocava na banheira e te dava banho quando vocĂȘ estava cansada (e quando nĂŁo estava tambĂ©m). tendo a oportunidade, pediria fĂ©rias do trabalho para ficar o tempo inteiro contigo em casa.
o sexo nĂŁo era um problema para ele, fernando Ă© um homem racional e nĂŁo precisou que ninguĂ©m dissesse o que poderia e nĂŁo poderia ser feito, ele jĂĄ sabia de tudo. nĂŁo hesitava em chegar por trĂĄs de ti, cheirar a tua nuca e apertar suas coxas, te dizia o quanto vocĂȘ era linda, o quanto te queria e sussurrava tudo que pretendia fazer contigo naquela noite.Â
recitava poesias ou lia algum clĂĄssico da literatura para ti e para a sua barriguinha toda noite.
no parto, te incentivava a cada segundo, dizia o quĂŁo orgulhoso estava de ti e que vocĂȘ estava indo muito bem, nĂŁo soltou sua mĂŁo em momento nenhum e a Ășnica coisa que o fazia sair do teu lado era ir atĂ© a o berçårio, observar a filhinha de vocĂȘs.
fran:
pergunta quinhentas vezes no mesmo dia se vocĂȘ estĂĄ bem, se estĂĄ sentindo alguma coisa e se, numa escala de 0 a 10, o quĂŁo provĂĄvel era da sua bolsa estourar naquele exato momento.Â
todo dia aparecia com um livro ou artigo sobre gravidez/maternidade/paternidade e te contaria todo animadinho as coisas que havia aprendido.
ficava envergonhado de te pedir por sexo e sempre dava um jeito que se esconder no banheiro para se tocar quando a vontade ficava insuportĂĄvel demais. quando vocĂȘ o pegou no flagra um dia, ele nĂŁo resistiu e vocĂȘs transaram ali mesmo.Â
quando sua bolsa estourou, ele te olhou e falou âen serio? buenisimo!â, sem se tocar de verdade no que vocĂȘ havia dito. quando ele - enfim - percebeu, começou a correr pelo apartamento, repetindo a lista de itens que vocĂȘs precisavam levar para o hospital.
passava HORAS deitadinho contigo, preferencialmente um de frente para o outro e pelados, nĂŁo de um modo sexual, era afeto na sua forma mais pura. ele te enchia de carinho, beijava o teu rosto, desenhava a tua silhueta com os dedos. podiam ficar em silĂȘncio, conversando, ele cantaria para ti, vocĂȘs discutiriam opçÔes de nomes. ele sĂł queria existir contigo e ter sentir juntinho dele, nĂŁo importava o que estariam fazendo.
teve uma crise de riso quando vocĂȘ disse que estava grĂĄvida e depois começou a chorar perguntando se era sĂ©rio mesmo.Â
matĂas:
achou que era brincadeira quando vocĂȘ disse que estava grĂĄvida, deu risada e disse âaham, e eu nunca mais vou foder contigo na vidaâ. parou no meio do caminho, estranhando o seu silĂȘncio e foi aĂ que caiu em si. ficou de boca aberta por minutos, tentando assimilar o que tinha acabado de ouvir.Â
no fundo, no fundo, ele se sentia um pouco inseguro com a ideia de ser pai, pensava que por ser muito novo poderia acabar pisando na bola, que precisa amadurecer, ser mais responsĂĄvel, porque viviam dizendo que ele era menino demais, mas quando vocĂȘs foram na primeira consulta e ouviram os batimentos do bebĂȘ, ele percebeu que aquela era a coisa mais bonita que poderia ter lhe acontecido.
para te pirraçar, ficava relembrando todas as Ășltimas vezes que vocĂȘs transaram, âaposto que eu te engravidei daquela vez, lembra? quando vocĂȘ nĂŁo conseguiu esperar chegar em casa e me implorou âpra te foder no carro mesmoâ.Â
e por falar em sexo, ele tambĂ©m ficou obcecado com as mudanças no seu corpo. um dia, percebendo seus seios maiores, ele parou todo desconcertado na sua frente, coçando a nuca e tentando se lembrar do que queria falar antes daquilo tudo. mais tarde, chegou no seu limite e disse que precisava te foder.Â
todos os dias ele contava histĂłrias de vocĂȘs dois para a sua barriga. quando se conheceram, o primeiro encontro, a primeira viagem juntos, quando conheceu seus pais, quando te pediu em namoro.
se divertia experimentando todas as coisas estranhas que vocĂȘ tinha desejo de comer, sempre que ia comprar trazia um pouco mais para que vocĂȘs dividissem.Â
pipe:
a primeira coisa que faria ao descobrir que vocĂȘ estava grĂĄvida seria comprar uma camisa do river e outra da argentina para recĂ©m-nascidos (ele Ă© emocionado).
(exala energia de pai de menino!!!!!!) te falaria dos inĂșmeros planos de levar o filho para jogos, contar sobre como ele viu a grande la albiceleste ganhar a copa do mundo em 2022, âchaparrito, foi a Ășltima copa do messi, foi Ă©picoâ.
sentia um fogo de mil incĂȘndios em vocĂȘ, ele literalmente ficava ansioso pelos momentos em que seus hormĂŽnios se descontrolavam ou quando vocĂȘ acordava no meio da madrugada e começava a se esfregar nele, cheia de dengo. ele sĂł sabia dizer âay, mami, me vuelves locoâ, jĂĄ abaixando a bermuda e te enchendo de beijos.Â
quando ele nĂŁo conseguia dormir, alternava entre ficar te observando ou pesquisar vĂĄrios nomes de meninos no google. no dia seguinte, iria aparecer todo sorridente e te mostraria uma lista com +50 nomes (again, emocionado).
faria vĂĄrios vĂdeos caseiros, inclusive no dia do parto. ele ficaria te filmando com o maior sorriso na cara enquanto vocĂȘ mandava ele ir tomar no cu de cinquenta formas diferentes. mesmo assim, aquelas filmagens eram o tesouro mais precioso da vida dele.
nĂŁo deixava ninguĂ©m fazer nada no quarto do bebĂȘ, colocou na cabeça que ele quem tinha que construir tudo, porque ele que era o pai e o filho iria se sentir melhor no cĂŽmodo porque ele que montou tudo do zero.Â
santi vaca narvaja:
comemoraria de tudo, chĂĄ de fralda, chĂĄ revelação, chĂĄ de bebĂȘ, chĂĄ para apresentar o filho aos amigos, mesversĂĄrio.
Ă s vezes vocĂȘ flagrava ele encarando a sua barriga ou algum presente que haviam ganhado para o bebĂȘ com os olhos marejados, ele sempre se emocionava muito com a ideia da paternidade.
quando descobriu que vocĂȘ estava grĂĄvida, te pegou no colo e rodopiou pela sala contigo, permanecendo abraço a ti por minutos e minutos, ele transbordava de alegria.
sempre ouvia de vĂĄrias pessoas que o bebĂȘ seria lindo se nascesse com os olhos do pai, mas o maior sonho de santi era que a filha fosse igualzinha a ti, diria que estava ansioso para ter uma versĂŁo mini tua pela casa, atĂ© no temperamento esquentadinho.Â
fazia tudo que vocĂȘ pedia com um sorriso no rosto, mesmo nos seus dias mais estressantes ou quando vocĂȘ explodia com ele sem querer, o tom dele nĂŁo mudava, ainda era o mesmo santi carinhoso de sempre.Â
tinha um tesĂŁo absoluto nos seus seios e ele nĂŁo disfarçava, adorava quando vocĂȘ ficava sem sutiĂŁ pela casa, sempre dando um jeito de acabar te fazendo um agrado, seja um carinho com as mĂŁos ou quando te levava na boca (ele adorava te mamar, porque sua sensibilidade estava nas alturas).
simĂłn:
nada abalava esse homem, mas ele chorou ao carregar o filho no colo pela primeira vez.
compraria roupas para usar combinandinho com o filho, vocĂȘs teriam a criança mais estilosa do mundo.
o maior medo dele? ser pai de menina. quando alguém falava disso, ele começava a pensar em tudo que jå tinha aprontado na vida e dizia que se tivesse uma filha, ela só namoraria depois dos trinta e iria para um colégio de freira.
a dinĂąmica sexual permanecia a mesma, ainda melhor, talvez. simĂłn gostava de te surpreender, sempre aparecia com uma ideia nova, que te estimulasse de um jeito diferente, coisas que vocĂȘs nunca haviam testado antes. a favorita dele nem envolvia penetração, ele adorava quando vocĂȘs se despiam e se tocavam um em frente ao outro, adora a intimidade diferente que construĂram nos nove meses.
pegou mania que ficar com uma mĂŁo na sua barriga em tudo que faziam, era reconfortante para ele, era um instinto protetor e tambĂ©m era porque simĂłn ficava absolutamente encantado quando o bebĂȘ se mexia. ele parava tudo que estava fazendo, atĂ© quando se estivessem no meio da rua, e ficava parado atĂ© que sentisse outro chute.
vivia te pirraçando, dizendo que as mulheres adoravam homem que passeava com criança na rua, mas era ele quem ficava se mordendo de ciĂșmes quando algum amigo seu te encarava de um jeito que ele julgava ser estranho ou demorado demais ou quando diziam que a gravidez te caiu muito bem, olhando especificamente para os seus peitos.
Letâs appreciate this manâs hands⊠and his muscle memory in the second pictuređđ
Oioi lucca,oq Ă© plato?
Oioi, anon, farei uma explicação detalhada com todas as informaçÔes que sei sobre! :)
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đ đąđŠđ Ă© "đŒđđđđ„đ âđđđ„ĂŽ"?
PlatĂŽ Ă© quando o seu peso fica estagnado, isso quer dizer que vocĂȘ nĂŁo ganha nada (engorda), nem perde nada (emagrece).
Em dietas comuns para perda de peso as pessoas adotam uma rotina de exercĂcios e alimentação que faz com que a pessoa perca uns quilinhos inicialmente, mas a frequĂȘncia da rotina faz com que o corpo se adpte a nova forma de estilo de vida, estagnando o peso.
O platÎ ocorre após uns 5-6 meses de restrição, mas costuma acontecer mais råpido com nós, pois nossa restrição costuma ser agressiva!
Veja bem, vocĂȘ faz uma dieta super restritiva, seja um longo NF ou intake baixo, acaba tendo um dĂ©ficit agressivo de 1K de kcal, por exemplo. VocĂȘ queima hoje, amanhĂŁ, depois, o que leva a um dĂ©ficit calĂłrico agressivo constante, entĂŁo seguindo isso por um longo perĂodo o corpo para de queimar.
Como a ingestĂŁo de calorias Ă© pouco ou nula, ele entra em alerta por achar que vocĂȘ estĂĄ basicamente morrendo, em caso de NF ele nĂŁo sabe quando serĂĄ a prĂłxima vez que vocĂȘ vai comer e para de queimar, quando voltar irĂĄ queimar o mĂnimo possĂvel pra te manter vivo.
No caso de alta restrição vai estagnar e ele vai se adaptar Ă quele intake baixo, o metabolismo desacelera pra uma porra e quando vocĂȘ volta a queimar, vocĂȘ nĂŁo queimar tanto.
No platĂŽ, mesmo com exercĂcios e dieta vocĂȘ nĂŁo perde nenhuma grama e isso pode durar semanas!
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NF's longos;
Dietas altamente restritivas com longa duração;
Queimar tudo que consome.
-> Exemplo:
Ingerir 300 kcal e queimar as 300 kcal ou mais.
-> Explicação: Se vocĂȘ come 300 kcal e queima as 300 com exercĂcios, seu corpo fica sem o que contabilizar jĂĄ que vocĂȘ queimou tudo, Ă© como se vocĂȘ nĂŁo tivesse comido, entĂŁo o corpo vai reagir da mesma forma igualmente quando vocĂȘ faz um NF.
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Simples: dieta Zig-Zag!
A dieta Zig-Zag consiste em vocĂȘ nĂŁo manter um intake fixo, mas alternar entre um intake alto e depois um baixo.
-> Exemplo:
Seg: 300 kcal
Ter: 700 kcal
Qua: 400 kcal
Qui: 900 kcal
Sex: 350 kcal
Sinceramente, eu meio que entendo porquĂȘ funciona, mas nĂŁo sei explicar, entĂŁo nĂŁo me pergunte o porquĂȘ, apenas sei que funciona! KKKKKKKKKKKKKKK
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Algumas pessoas entram em desespero por parar de queimar e entram em NF até sair do efeito platÎ.
Isso funciona? Capaz.
Ă recomendado? NĂO.
Se seu corpo para de queimar kcal por achar que vocĂȘ estĂĄ MORRENDO, a Ășltima coisa que vocĂȘ deve fazer Ă© ficar MAIS TEMPO sem comer.
Ele jĂĄ vai tentar sobreviver com o mĂnimo, ou seja, desacelerando o metabolismo e queimando menos, entĂŁo imagina como nĂŁo fica com vocĂȘ fazendo NF?
VocĂȘs acham que TMB de site tĂĄ certa com vocĂȘ fazendo NF de sei lĂĄ quantas horas?
Deixe-me vos dizer uma coisa: TMB Ă© mutĂĄvel!
Isso quer dizer que ela pode aumentar ou diminuir de acordo com seus hĂĄbitos alimentares e entrando em NF pĂłs platĂŽ sĂł vai fazer ela reduzir.
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Espero que tenham entendido, não sou bom com explicaçÔes!
Não tenham medo de comer mais pra sair do platÎ, ele não vai te engordar. Pode haver inchaço dependendo do seu corpo, mas pode não haver. Aliås, um moot meu, a Tai, jå saiu do platÎ fazendo dieta Zig-Zag.
Segue o link pra quem tem dĂșvidas:
Beijinhos <3
âïž